Atividade acontece via Sistema Interlegis, das Assembléias Legislativas, e discutirá as propostas das mulheres para a 1a Conferência Nacional de Comunicação, além de avançar na construção desta rede nacional.

No próximo dia 4 de novembro, quarta-feira, das 14h30 às 17h, mulheres de todo o Brasil estarão reunidas via Sistema Interlegis para a realização da Conferência Livre Virtual das Mulheres. O objetivo da videoconferência é debater e construir uma Plataforma das Mulheres para a I Conferência de Comunicação, que acontece de 14 a 17 de dezembro em Brasília.

A videoconferência também contará com um momento de organização e planejamento da Rede Mulher e Mídia, que surgiu de um seminário sobre “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia”, realizado em março deste ano, em São Paulo. Um dos resultados do encontro foi a criação desta rede nacional.

A videoconferência também será transmitida pela internet, na página www.interlegis.gov.br

Grupo de Trabalho propõe criação de rede nacional

Uma das deliberações da plenária final de nosso seminário foi a formação de um Grupo de Trabalho que teria como função sistematizar as propostas feitas durante o evento – que resultaram na elaboração da Plataforma das Mulheres para a Conferência de Comunicação – e também apresentar uma proposta de funcionamento para uma rede nacional que trabalhasse os temas debatidos no seminário. Este GT, que funcionou de abril a setembro, contou com a participação de 34 companheiras, de todas as regiões do país, e conclui os seus trabalhos no início de outubro.

Eis a proposta do GT, que agora será apresentada a todo o movimento:
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Contribuições sistematizadas a partir das discussões realizadas durante o seminário
nacional “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia” – São Paulo, março de 2009

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Leia abaixo os encaminhamentos aprovados na Plenária Final do Seminário Nacional “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia” em relação

- às ações prioritárias e ao calendário de lutas para o ano de 2009;
- à rede nacional de controle social, que começa a ser gestada a partir do nosso evento;
- ao grupo de trabalho criado para formular uma proposta de funcionamento para a rede nacional e para sistematizar os demais encaminhamentos do seminário.

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Confira a íntegra das três moções aprovadas no encerramento do Seminário Nacional “O Controle Social da Imagem da Mulher da Mídia”:

- Repúdio à CPI do Aborto
- Pela convocação imediata da Conferência Nacional de Comunicação
- De apoio à participação de deputadas na Comissão Especial da Reforma Política

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Leia baixo a íntegra da nota das mulheres negras apresentada à Plenária Final do seminário:

Nós, Mulheres Negras, brasileiras de vários estados, movimentos, profissionais de comunicação, presentes no seminário de Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia, queremos inicialmente agradecer os esforços da comissão organizadora no sentido de viabilizar a participação da grande diversidade que compõe o movimento feminista e de mulheres.

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Evento termina com definições que mostram que está apenas começando a luta das mulheres por controle social e democracia na comunicação.

Por Alessandra Terribili

O Seminário “O controle social da imagem da mulher na mídia” terminou com o apontamento de tarefas importantes para o movimento de mulheres. A combinação do feminismo com a luta pela democratização da comunicação traz uma agenda de desafios, mobilizações e a necessidade de uma articulação permanente, capaz de formular posicionamentos e propor alternativas.

A plenária do seminário encaminhou a formação de uma rede, composta por movimentos e entidades, a fim de ampliar o trabalho realizado pela Articulação Mulher e Mídia – que já vinha desenvolvendo debates sobre o controle social da imagem da mulher na mídia, além das ações que culminaram neste seminário.

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Após a realização de painéis e oficinas, as participantes se dividiram em grupos e formularam propostas em torno do tema mulher e mídia para o movimento e para a Secretaria de Políticas para as Mulheres. As propostas foram apresentadas e aprovadas durante a plenária final do seminário.

Por Luiza Lusvarghi

A plenária final de encerramento do seminário nacional “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia”, realizada neste domingo, 15 de março, teve início com a apresentação de propostas resultantes da discussão de três grupos de trabalho, que haviam se reunido na noite anterior. O objetivo deste momento era construir uma agenda conjunta de prioridades a serem abraçadas pelo movimento feminista e de mulheres neste ano de 2009, em sua relação com o debate sobre a mídia.

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A necessidade de implementar estratégias de ações conjuntas no plano internacional foi a tônica do painel realizado no sábado (14), que reuniu feministas do México, República Dominicana, Espanha e Canadá.

Por Luiza Lusvarghi

O painel “A Experiência Internacional: Mulher, Mídia e Controle Social”, coordenado por Sílvia Pimentel, do Cedaw – Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher, trouxe mais um desafio para as mulheres brasileiras: a necessidade de se trabalhar pela implementação de ações comuns em âmbito global.

A catalã Lídia Vivalta, da Red de Mujeres Periodistas y Comunicadoras de Catalunya e da Rede Internacional de Jornalistas com Visão de Gênero, discorreu sobre o contexto de regulamentação da mídia na era pós-Franco na Espanha e frisou que a legislação sobre a comunicação é diferenciada em cada estado - a Espanha está dividida em 18 comunidades autônomas. O país, no entanto, possui diversas normas e leis de promoção da igualdade de gênero. Nas universidades, 80% da presença é feminina e, desde 2004, existem leis que asseguram um governo paritário exercido por homens e mulheres, e a Lei Integral Contra a Violência de Gênero, que especifica medidas de proteção. A lei estatal que estabelece igualdade entre homens e mulheres existe desde 2007 e tem de ser cumprida por empresas com mais de 250 pessoas, e aplicada em todas os níveis hierárquicos dentro de uma corporação. Existe uma Secretaria-Geral de Políticas de Igualdade do Governo espanhol, mas, como salienta Lídia, esse avanço representa uma política pública e não de governo.

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Debate mostrou a importância do monitoramento do conteúdo veiculado pelos meios de comunicação, assim como da participação popular na construção das políticas públicas do setor.

Por Alessandra Terribili

O conceito de controle social, seus mecanismos e sua construção histórica foram o tema do último painel do seminário “O controle social da imagem da mulher na mídia”, realizado neste sábado (14). As cinco palestrantes abordaram questões variadas em torno do tema e apontaram possibilidades de intervenção para I Conferência Nacional de Comunicação, prevista para o início de dezembro.

Primeira a falar, Lurdinha Rodrigues, da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL), fez uma explanação acerca do histórico recente dos instrumentos de controle social já existentes. “Controle social pressupõe participação da sociedade”, disse ela. “Nesse processo, as pessoas se descobrem enquanto sujeitos políticos e a própria qualidade da participação muda”, completou. Para ela, transparência é um princípio norteador das ações que buscam o controle social do Estado. No caso do debate da comunicação, isso inclui conhecer bem o que é público e o que é privado.

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Imagens da produção e registro de entrevistas para o vídeo sobre o Controle Social da Imagem da Mulher na mídia.

Espaços autogestionados trouxeram realidades das diferentes regiões do Brasil e, através de exercícios práticos, provocaram a reflexão e a ação das participantes.

Por Luiza Lusvarghi

No segundo dia do seminário Nacional, ao cair da tarde, foram realizadas oficinas autogestionadas, conduzidas por integrantes de grupos presentes ao encontro. Estas vivências foram concebidas para funcionar não apenas como instrumentos de conscientização e espaço de discussões, mas também como uma preparação para o debate e incentivo à formulação de propostas. A idéia era que cada participante conseguisse não somente ampliar a sua visão sobre o imaginário feminino na mídia, mas ser capaz de reproduzir experiências semelhantes em suas comunidades e seus estados.

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Com informações e experiências da luta por democratização, palestrantes falam da importância de as mulheres se apropriarem do tema

Por Alessandra Terribili

“Um tema complexo”. Foi assim que muitas das participantes do seminário “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia” definiram o assunto discutido em um dos debates do evento, realizado nesta sexta-feira (13). A idéia do painel era compartilhar experiências, informações e referências sobre o quadro do atual cenário da mídia no país. Entre os temas abordados estavam o direito humano à comunicação, o marco regulatório e a atuação dos grandes conglomerados de mídia; os desafios colocados para TVs e rádios comunitárias e a I Conferência Nacional de Comunicação.

A coordenadora da mesa, Rejanne Soares, do Coletivo de Mulheres Negras da Amazônia, abriu os trabalhos destacando que comunicação é poder, e é também um direito de todos e todas: “Fiscalizar é tarefa da sociedade, mas precisa conhecer para fiscalizar”, afirmou, ressaltando que o objetivo do painel que começava era exatamente instrumentalizar as mulheres para esse enfrentamento.

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Exposições mostram como a mídia, sobretudo através da publicidade e das telenovelas, reforça valores e estereótipos, estimulando o consumismo.

Por Marisa Sanematsu

Ao abrir os trabalhos da primeira mesa do Seminário Nacional “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia”, a coordenadora do painel Terezinha Vicente, do Observatório da Mulher, lembrou que à mulher sempre foram negadas a fala, a escrita e a participação na vida pública. Desde a Grécia Antiga, “informação é poder e a comunicação se desenvolve ligada ao poder, do qual a mulher sempre foi afastada”.

No Brasil, até a ditadura Vargas, no início do século passado, havia uma grande quantidade de publicações, ligadas a variados grupos políticos ou de interesse. “Mas quem paga, escolhe a informação”. A partir do pós-guerra, a concentração crescente do capital e a sofisticação dos meios de comunicação levam à concentração dos anunciantes que sustentam esses meios. “Para comprar cesta básica, é preciso publicidade?”, questionou Terezinha. “A propaganda está cada vez mais ideológica, disseminando uma visão única de sociedade para todos e todas consumirem as mesmas coisas”.

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Na primeira atividade do seminário, as participantes foram estimuladas a se conhecerem, se tocarem e trocarem impressões, experiências e propostas de intervenção política para desconstrução das imagens das mulheres na mídia

Por Marisa Sanematsu

A primeira manhã do Seminário “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia” começou com um “sociodrama temático”, uma “modalidade de psicodrama com protagonismo coletivo”, explicou Marta Baião, do CIM – Centro Informação Mulher/SP, coordenadora da atividade, que contou com apoio de Rosa de Lourdes Azevedo, da Rede Feminista de Saúde/SP.

Afastadas as cadeiras do auditório e tendo música suave ao fundo, Marta Baião convidou as participantes a tirarem os sapatos e a se movimentarem pela sala, falando em voz alta o próprio nome, dando abraços, andando na ponta dos pés e nos calcanhares, esticando os braços e formando grupos de massagistas coletivas. Trabalhando com os corpos e as almas, “estamos fortalecendo as ‘guerreiras’”, brincou Marta.

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Evento segue até o dia 15 de março, contando com a presença de convidadas do México, República Dominicana, Espanha e Canadá e da deputada Luiza Erundina.

Por Luiza Lusvarghi

Com alegria, expectativas positivas e compromisso com a luta pela mudança na vida das mulheres, foi aberto na noite desta quinta-feira (12), em São Paulo, o Seminário Nacional “O Controle Social da Mulher na Mídia”. Até este domingo, mais de 150 mulheres de todas as regiões do país e de diferentes movimentos estarão reunidas para discutir a urgência de transformações no cenário das comunicações no país, de forma a garantir que a pluralidade e diversidade das mulheres esteja representada na TV.

“Nossa idéia é desestruturar o monopólio do “partido único da mídia machista”. A mídia impõe conceitos, rebaixa a auto-estima e nos trata como barbies. Rebaixa a qualidade da informação, reforça preconceitos e faz isso atendendo a demandas internacionais e nacionais, padronizando a gente para reproduzir papéis estereotipados e consumir o que lhes interessa”, afirmou Rachel Moreno, do Observatório da Mulher e da Articulação Mulher & Mídia, rede proponente do seminário.

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PARA QUEM CHEGAR VIA AEROPORTO DE GUARULHOS/CUMBICA

Haverá uma van a espera das participantes. Uma pessoa identificada com o cartaz do seminário esperará todas às 9h30 no desembarque.

Um segundo transfer sairá rumo ao hotel às 10h30.

As participantes que chegarem à tarde ou à noite deverão tomar um ônibus até a Praça da República. O serviço é prestado pela empresa Airport Service e custa R$28,00. Guardem o comprovante para serem reembolsadas posteriormente. O ônibus as deixará na Praça da República, onde fica o hotel do evento.

PARA QUEM CHEGAR VIA AEROPORTO DE CONGONHAS

As pessoas que chegarão por Congonhas viajam juntas com outras participantes do mesmo estado. O aeroporto é próximo do centro de São Paulo. Então, a orientação é para que peguem um taxi juntas. Peçam recibo ao taxista para que sejam reembolsadas posteriormente. Não há recursos previstos para reembolso de taxi e/ou outros transportes utilizados individualmente pelas participantes.

LOCAL DO EVENTO

O Seminário acontecerá no Hotel Excelsior: Avenida Ipiranga, 770 - Centro (próximo à Praça da República). Não há recursos previstos para reembolso de taxi e/ou outros transportes utilizados individualmente pelas participantes.

Para quem chegar no período da manhã, o hotel terá um local para guardar as bagagens. A entrada nos quartos está liberada a partir das 12h do dia 12/03. O jantar será servido às 19h e a abertura está prevista para as 20hs.
Qualquer problema de última hora em São Paulo, podem contatar:

Terezinha -  (11) 9629-4892 ou  Bia  -  (11) 8151-0046

Queridas participantes que chegam de MG, RJ, PR e interior de SP

As rodoviárias de São Paulo são todas localizadas ao lado de estações de metro.

1. Para quem chega na Rodoviária Tietê, pegue o metro sentido Jabaquara, desça na estação Sé e faça baldeação no metrô Sé sentido Barra Funda. Desça na estação República (a saída mais próxima ao hotel é da R. 24 de maio), e vocês estaram bem pertinho do hotel.

2. Para quem chega na Rodoviária Barra Funda, pegue o metrô sentido Corintians/Itaquera e desça no metro República, a saída mais próxima ao hotel é a 24 de maio.

3. Para quem chega na Rodoviária Jabaquara, pegue o metro, desça na estação Sé e faça baldeação no metrô Sé sentido Barra Funda. Desça na estação República, a saída mais próxima ao hotel é da R. 24 de maio.

O Seminário acontecerá no Hotel Excelsior, localizado na Avenida Ipiranga, 770 - Centro (próximo ao metrô República). Não há recursos previstos para reembolso de taxi e/ou outr os transportes utilizados individualmente pelas participantes.

Para quem chegar no período da manhã, o hotel terá um local para guardar as bagagens. A entrada nos quartos está liberada a partir das 12h do dia 12/03. O jantar será servi do às 19h e a abertura está prevista para as 20hs.

Conforme havíamos informado a previsão orçamentária só poderá garantir às participantes que virão dos estados de Rio de Janeiro e das cidades de Belo Horizonte e Curitiba o apoio para passagens rodoviárias.

Pedimos que comprem suas passagens de vinda e volta, tragam seus bilhetes e a organização ressarcirá o valor das passagens de cada uma na sua chegada ao Seminário. Caso haja dificuldade, entre em contato com a organização por e-mail (seminariomulheremidia@uol.com.br) ou por telefone (11) 3812-8681.

Por favor nos informe o horário previsto de sua chegada e em qual rodoviária.

Como informado, as participantes selecionadas para o seminário já foram contatadas pela comissão organizadora. Por questões de limitações orçamentárias e de espaço, muitas interessadas, infelizmente, ficaram de fora.

Gostaríamos, no entanto, de reforçar a importância de cada uma para a continuidade deste processo. O seminário nacional é apenas o primeiro passo para a construção de uma rede pelo controle social da imagem da mulher na mídia. E a participação de todas segue sendo fundamental!

Para o seminário, foram produzidos materiais que estarão disponíveis aqui no site após o evento. Também realizaremos um registro audiovisual das atividades e a cobertura online dos debates. Convidamos você, então, a acompanhar nosso seminário por aqui!

Para as companheiras de São Paulo não selecionadas, buscaremos viabilizar espaço no auditório do Hotel Excelsior - onde acontece o evento - para que mais pessoas possam acompanhar a abertura e os painéis do seminário. Quem tiver interesse neste sentido deve entrar em contato com a comissão organizadora pelo email seminariomulheremidia@uol.com.br.

Caras companheiras,

Por problemas no sistema da GOL, não foi possível enviar os bilhetes eletrônicos para todas as selecionadas nesta terça-feira, dia 10. Apenas as participantes de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia e Ceará receberam seus e-tickets. As demais os receberão via email nesta quarta-feira.

Lembramos a todas que o cartão de embarque deve ser apresentado no momento do credenciamento do seminário.

Boa viagem a todas!

Estamos na reta final da organização do Seminário! Conforme já havíamos informado, as participantes de fora de São Paulo terão o transporte, hospedagem e alimentação fornecidos pela organização do Seminário, com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Às participantes de São Paulo, será oferecida alimentação e, em caso de necessidade, a hospedagem.

HOSPEDAGEM
O local de realização do seminário está confirmado: será o Hotel Excelsior, localizado na Avenida Ipiranga, 770 - Centro (próximo ao metrô República). Para as participantes que vêm de avião a São Paulo, estamos buscando viabilizar um traslado do aeroporto até o hotel. Esta informação será confirmada nos próximos dias. Não há recursos previstos para reembolso de taxi e/ou outros transportes utilizados individualmente pelas participantes.

PASSAGENS AÉREAS E RODOVIÁRIAS
Em relação às passagens aéreas, a agência responsável pela emissão dos bilhetes deve enviar o e-ticket por email para todas até terça-feira, dia 10. A vinda para SP está sendo planejada de forma que todas cheguem à cidade no dia 12 no período da tarde (a abertura do seminário é às 20h) e a volta está prevista para a tarde do domingo, dia 15.

Após a emissão dos bilhetes, as alterações em relação a data e horário dos vôos devem ser solicitadas diretamente à agência e os custos resultantes desta mudança serão de responsabilidade de cada participante.

É fundamental apresentar o cartão de embarque no momento do credenciamento do seminário em São Paulo.

ATENÇÃO: para as participantes dos estados do RJ, MG e PR, a previsão orçamentária era de vinda via passagem rodoviária. Também estamos buscando viabilizar a vinda aérea e, no mesmo dia 10, confirmaremos essa informação. Portanto, as selecionadas desses três estados devem esperar até terça-feira pela definição sobre sua vinda - se aérea ou rodoviária.

Informamos a todas que o clima em São Paulo está quente (30 graus durante o dia e 25 à noite)! Esperamos vocês!

A Comissão de Inscrições concluiu neste final de semana o difícil trabalho de selecionar as participantes para o Seminário “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia”. Ao todo, foram 332 pré-inscrições, e escolher apenas 135 participantes não foi uma tarefa fácil - sobretudo nos estados de onde vieram mais interessadas: SP (83), RJ (41), BA (25), RS (23), PE (21), PR (19). As selecionadas devem viajar para São Paulo no dia 12 de março, voltando para seus estados no dia 15. Pedimos a todas que aguardem o envio das passagens.

A comissão organizadora está agora definindo o local do encontro, indo atrás das passagens e demais itens para a realização do nosso evento. Por isso, pedimos desculpas pela dificuldade em atendermos, individualmente, todas as demandas que têm nos chegado.

Sabemos que o ideal seria ideal que todas as interessadas pudessem participar, mas este seminário nacional é apenas o início da nossa luta pela democratização dos meios de comunicação e pelo controle social dos conteúdos e valores que disseminam. A Articulação Mulher & Mídia entende que será importante e positivos realizar eventos semelhantes regional ou estadualmente, para aprofundar a construção da nossa rede e o debate sobre a mídia, até porque vem aí a I Conferência Nacional de Comunicação.

Lançamento de publicações

Durante o seminário, será aberto um espaço para divulgação de publicações afins. Interessadas, enviem suas propostas para o nosso email: seminariomulheremidia@uol.com.br

E lembrem-se de acompanhar as novidades pelo nosso hotsite!

Depois de muita batalha diante dos desafios da parceria com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, finalmente o convênio para a realização do seminário nacional “O Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia” foi assinado com o governo federal. Ao todo, foram nove meses de trabalho para vencermos as burocracias do processo e também as dificuldades resultantes do fato de o projeto ser desenvolvido por uma rede de organizações – sendo, portanto, uma construção coletiva, democraticamente elaborada.

Neste período, foi necessário fazer ajustes das mais diferentes naturezas. Tudo para garantir um evento que arcasse com todos os custos de suas participantes e fosse de fato representativo da diversidade do movimento de mulheres em todo o país. Contamos também com um processo eleitoral no caminho, o que certamente diminuiu a energia colocada pelas entidades na organização do seminário.

Transpassados todos os obstáculos, é com alegria que confirmamos a realização do seminário para o período de 12 a 15 de março de 2009, em São Paulo. A data foi escolhida a partir de consulta realizada com as mais de 180 participantes já pré-inscritas para o evento e marcará mais uma das comemorações do mês de março, mês de luta das mulheres.

Em vários estados, as mulheres têm organizado atividades preparatórias para o nosso seminário. Muita coisa bacana tem ocorrido Brasil afora. Conte-nos também como anda o debate sobre a mídia na sua região. E, se seu estado quer fazer o mesmo e precisa de ajuda, entre em contato conosco!

Distrito Federal
Em agosto, a Sapataria - Coletivo de Mulheres Lésbicas e Bissexuais do DF e o Intervozes realizaram a oficina “Mulher e mídia: participação e controle social”. O objetivo foi debater a forma como os meios de comunicação tratam as mulheres e o que o movimento pode fazer para mudar esta situação. Representantes de sete organizações estiveram presentes. Muito foi discutido acerca das propagandas de cerveja, que desrespeitam a Carta de Belém, e da participação das mulheres na campanha que pede democracia e transparência nas concessões de rádio e TV. O processo de renovação da concessão da Globo-DF está no Congresso. A oficina também trabalhou com o vídeo e o livro “A Sociedade Ocupa a TV”, que conta a história da conquista da sociedade civil por um direito de resposta no programa do João Kléber, em 2005.

Pernambuco
Cerca de 50 mulheres participaram do seminário “Democratizar a Comunicação para democratizar a vida social”, realizado na SOS Corpo, em Recife, no dia 30 de julho. Com muito debate, construíram propostas que apontam para a necessidade de ocupar ainda mais espaços de produção de conteúdo e representação das mulheres na comunicação. E também de ocupar espaços de tomada de decisão política neste setor, como a Conferência Nacional de Comunicação. O seminário também contou com a apresentação de experiências de mulheres que produzem comunicação alternativa e discutiu a relação da luta pela democratização da comunicação com a luta pela reforma política ampla, democrática e participativa.

Rio Grande do Sul
Em Porto Alegre, em junho, aconteceu o Seminário Estadual Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia. Foram debatidos temas como a formação da subjetividade humana, com destaque para a imagem da mulher construída na TV e a importância de se criar mecanismos de controle social frente a essa realidade, a publicidade no campo da esquerda, o papel da mulher jovem na sociedade de consumo e a necessidade de potencializar a unidade dos veículos de comunicação já existentes. As participantes também debateram o caso da ação civil pública ganha contra o grupo Furacão 2000, autor da música “Um tapinha não dói”. Os muitos aspectos da temática, levantados pelas 24 mulheres e um homem presentes no encontro gaúcho, aumentam a vontade do movimento no Rio Grande do Sul de participar do Seminário Nacional, unindo vozes de todo o Brasil pelo controle social da imagem da mulher na mídia.

Desde o início do ano estamos preparando um seminário nacional que pretende contribuir na formulação de políticas públicas relativas ao Capítulo 8 do II PNPM – Cultura, Comunicação e Mídia igualitárias, democráticas e não discriminatórias. Aprovado na 2a Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, ocorrida em agosto de 2007, o novo eixo confirmou que as mulheres querem democratização do acesso à mídia, definição de critérios transparentes para outorga ou renovação de concessões, controle social da imagem da mulher, com a participação ativa e constante do movimento.

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